segunda-feira, 16 de Novembro de 2009

And the Oscar goes to...


- Escreveu alguma coisa sobre gays?
- Sim, uma vez.
- Falou no casamento gay?
- Sim, quando me puseram dois palermas à frente e me deu jeito tocar no assunto para as audiências se manterem.
- Então tome lá, tome… vá, tome… um Prémio!
- Um prémio!?…Mas… até fico espantado…!
- Não interessa, vá, venha lá que é giro, fica bem nas fotos, tem imensa piada e fez tanto pela nossa causa que não pode recusar.
- Ok, ok.

Who's next?

terça-feira, 20 de Outubro de 2009

Odette


Eis uma campanha verdadeiramente feliz, mais ainda porque são raras.

Depois de um concurso, como se vê, bem sucedido, com mais informação aqui.

Bravo, Têtu; Bravíssima, Odette (a minha favorita e, certamente, a da maior parte das pessoas que vir as três imagens vencedoras).

sexta-feira, 2 de Outubro de 2009

Quem continua a dizer que é feio!!!????



Depois de já ter dito isto, isto ou isto, há-de estar para vir quem me convença, olhando a foto publicada numa excelente reportagem sobre a Diva no Ípsilon de hoje, que fumar é feio!
Venham os argumentos (e, claro, não vale contra-atacar com o facto de poder matar, que contra isso obriga a lógica que nada diga).

Linda!

sábado, 26 de Setembro de 2009

"Outras Gripes"


Brincando, como só ele consegue. LOLOL.


O que Marilyn Manson pode garantir é que, apesar de ter contraído a gripe A, não fez sexo com um porco. Uma coisa é certa: o vírus H1N1 não afectou a ironia do músico norte-americano. «Infelizmente, vou sobreviver», anunciou o próprio no Facebook. «Portanto, foi-me diagnosticada oficialmente, por um médico verdadeiro, a gripe suína. Sei que toda a gente vai sugerir que apanhei a doença a ter sexo com um porco. Todavia, o médico disse que as minhas escolhas passadas relativamente às mulheres não contribuíram 'de forma alguma' para eu apanhar esta doença misteriosa», escreveu.

quarta-feira, 16 de Setembro de 2009

Arejamento Democrático


“… os portugueses são de um individualismo mórbido e infantil de meninos que nunca se libertaram do peso da mãezinha…; [a História de Portugal foi sempre] repartida entre o anseio de uma liberdade que ultrapassa os limites da liberdade possível (ou sejam, as liberdades dos outros, tão respeitáveis como a de cada um) e o desejo de ter-se um pai transcendente que nos livre de tomar decisões ou de assumir responsabilidades, seja ele um homem, um partido ou D. Sebastião”.

Jorge de Sena – Sermão da Guarda, 1977