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domingo, 25 de abril de 2010
terça-feira, 17 de março de 2009
Still the Sacred Genocide

António, António, António... onde estás!? Volta depressa, mas mesmo muito depressa, para voltares a desenhar, desta vez com a tromba do Bento.
Venham depois dizer-me que a Igreja não é assassina! É pior... mata em massa!
quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Pó de arroz, sff!
Depois de vê-lo e ouvi-lo aqui, recomendo-lhe, seu paspalho:
- umas sessões de terapia da fala, que são medonhas a sua voz e sua a prosódia;
- uns copos de tinto de uma abadia qualquer para ver se a bebedeira lhe dá a lucidez de não dizer “unidos daquele modo” (os homossexuais) ou então para dizer que são “unidos daquele modo” quaisquer casais;
- um bocadinho, só um bocadinho de tino para perceber que aquele modo não existe, a não ser na sua boca debilóide;
- que vá ver o mundo e enxergue de vez que muitas vezes o pai e mãe, esses que designa, se fartam de não se complementarem e que se foram tão maravilhosamente complementados quanto diz a gente desconfia e até se chateia com a ideia de ser criado no meio de tanta maravilha;
- um espelhinho, douradinho, bem feminino, para espetar com kilos de pó de arroz nessas trombas hediondas, até que vossa senhoria, sim, pareça “normal” - o que me parece impossível, mas a cosmética sempre tem os seus milagres, mais procurados que os de fátima.
Ou então... vá à merda... ou areje.
- umas sessões de terapia da fala, que são medonhas a sua voz e sua a prosódia;
- uns copos de tinto de uma abadia qualquer para ver se a bebedeira lhe dá a lucidez de não dizer “unidos daquele modo” (os homossexuais) ou então para dizer que são “unidos daquele modo” quaisquer casais;
- um bocadinho, só um bocadinho de tino para perceber que aquele modo não existe, a não ser na sua boca debilóide;
- que vá ver o mundo e enxergue de vez que muitas vezes o pai e mãe, esses que designa, se fartam de não se complementarem e que se foram tão maravilhosamente complementados quanto diz a gente desconfia e até se chateia com a ideia de ser criado no meio de tanta maravilha;
- um espelhinho, douradinho, bem feminino, para espetar com kilos de pó de arroz nessas trombas hediondas, até que vossa senhoria, sim, pareça “normal” - o que me parece impossível, mas a cosmética sempre tem os seus milagres, mais procurados que os de fátima.
Ou então... vá à merda... ou areje.
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vomitar
domingo, 15 de fevereiro de 2009
Pérolas de SÁBADO

A SÁBADO é o que a gente já sabe. Dei por mim a ler mais uma totalmente estapafúrdia reportagem da edição de 5 de Fevereiro, que dessa reportagem faz capa.
Ficam as “pérolas” que não resisti a registar.
Pérola 1 – o título – “a moda das aventuras sexuais entre mulheres” – moda devia ser a gente já vomitar de nos virem com esta da “moda” e as imprecisões abundam, a meter no “saco das aventuras” muitas outras realidades que não são aventuras porra nenhuma;
Pérola 2 – “o álcool, um dos maiores catalisadores para as primeiras experiências sexuais entre mulheres [pouco sexista, não?] serviu de desculpa para se espicaçarem [notem: “espicaçar” é palavra empregue para dizer que tiveram sexo uma com a outra! Lindo!]”
Pérola 3 – “Maria vê nestes envolvimentos [sexuais com mulheres] uma forma de estimular o segundo casamento, …, desde que ele [o marido] assista, é claro” – já faltava a estimulação, não do casamento, nem dela mesma, mas do marido machista e prepotente; isso, sim, é que “é claro”;
Pérola 4 – Tão claro que o tal marido da Maria se denuncia a si mesmo nestas maravilhosas declarações: “É excitante ver a minha mulher com outra, mas há limites. Se ela estiver disposta a fazer sexo, terei de estar presente”. Tudo dito!
Pérola 5 – As perguntas de Fernando Alvim a São José Correia: “Entusiasma-te dois corpos femininos?” (…) “Qual é a diferença entre ires para a cama com uma mulher ou com um homem?” (…) “Com um orgasmo também é assim?”. Únicas respostas à letra: não têm que ser “dois” corpos, não têm que ser “femininos”, vê lá se chegas ao cúmulo de pedir um desenho, já devias ter feito moche forte quanto bastasse para desapareceres do mapa, ó Alvim!
Pérola 6 – (corroboração absoluta da qualidade transversal da reportagem, que nos brinda com a sistemática ideia da “moda” de que faz título e que insiste na condição mais ou menos alcolizada das mulheres que se “aventuram” sexualmente com outras):
"Ela era [?] – e é [?] – 100% [?] heterossexual [?] e a colega [com quem teve sexo] também [?]: uma mulher com um casamento feliz [não vá haver aqui mentes porcas!], dois filhos [agora é que as mentes porcas estão tramadas!] e adepta de jogos eróticos femininos para quebrar a rotina da relação [100%?????????] conjugal”.
Ficam as “pérolas” que não resisti a registar.
Pérola 1 – o título – “a moda das aventuras sexuais entre mulheres” – moda devia ser a gente já vomitar de nos virem com esta da “moda” e as imprecisões abundam, a meter no “saco das aventuras” muitas outras realidades que não são aventuras porra nenhuma;
Pérola 2 – “o álcool, um dos maiores catalisadores para as primeiras experiências sexuais entre mulheres [pouco sexista, não?] serviu de desculpa para se espicaçarem [notem: “espicaçar” é palavra empregue para dizer que tiveram sexo uma com a outra! Lindo!]”
Pérola 3 – “Maria vê nestes envolvimentos [sexuais com mulheres] uma forma de estimular o segundo casamento, …, desde que ele [o marido] assista, é claro” – já faltava a estimulação, não do casamento, nem dela mesma, mas do marido machista e prepotente; isso, sim, é que “é claro”;
Pérola 4 – Tão claro que o tal marido da Maria se denuncia a si mesmo nestas maravilhosas declarações: “É excitante ver a minha mulher com outra, mas há limites. Se ela estiver disposta a fazer sexo, terei de estar presente”. Tudo dito!
Pérola 5 – As perguntas de Fernando Alvim a São José Correia: “Entusiasma-te dois corpos femininos?” (…) “Qual é a diferença entre ires para a cama com uma mulher ou com um homem?” (…) “Com um orgasmo também é assim?”. Únicas respostas à letra: não têm que ser “dois” corpos, não têm que ser “femininos”, vê lá se chegas ao cúmulo de pedir um desenho, já devias ter feito moche forte quanto bastasse para desapareceres do mapa, ó Alvim!
Pérola 6 – (corroboração absoluta da qualidade transversal da reportagem, que nos brinda com a sistemática ideia da “moda” de que faz título e que insiste na condição mais ou menos alcolizada das mulheres que se “aventuram” sexualmente com outras):
"Ela era [?] – e é [?] – 100% [?] heterossexual [?] e a colega [com quem teve sexo] também [?]: uma mulher com um casamento feliz [não vá haver aqui mentes porcas!], dois filhos [agora é que as mentes porcas estão tramadas!] e adepta de jogos eróticos femininos para quebrar a rotina da relação [100%?????????] conjugal”.
Que seria de nós (e, em especial das mulheres) sem a preciosa SÁBADO?
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Isabelinha... pior que a de Bragança

Confesso que também fiquei angustiado, mas com esta senhora, por ser "a mais tradicional das virgens"... de conhecimento sobre aquilo de que fala. Palhaça!
We are here to recruit you!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2009
Jorgetes e Manelinhas, vão de retro!

Em estúpida resposta pseudo-desculpabilizante disto…
“O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, D. Jorge Ortiga, disse ontem que a Igreja «não tem nada contra» casamentos entre católicos e fiéis de outras religiões, mas pediu que essas uniões respeitem os «valores católicos» das famílias. […] Segundo o porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa, Manuel Morujão, a advertência do Cardeal Patriarca é um “justo conselho de realismo” e afastou de qualquer «discriminação ou menosprezo» pelo islamismo”.
Jornal Metro, 15 de Janeiro de 2009
Eu, que sou muito, muito burro, gostava que me dissessem:
1. porque é que alguém que “não tem nada contra” alguma coisa, prefere e profere a supremacia de “outra” coisa?
2. o que são, nestas matérias, a “justiça” e o “realismo” de um conselho?
3. como é que depois de tanto disparate junto e de tão explícitos ataques ainda falam em ausência de “discriminação ou menosprezo”?
4. porque é que há ainda quem não veja que… cada tiro, cada melro?
5. por quanto tempo haverá gente a seguir “conselhos” de semelhante seita?
“O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, D. Jorge Ortiga, disse ontem que a Igreja «não tem nada contra» casamentos entre católicos e fiéis de outras religiões, mas pediu que essas uniões respeitem os «valores católicos» das famílias. […] Segundo o porta-voz da Conferência Episcopal Portuguesa, Manuel Morujão, a advertência do Cardeal Patriarca é um “justo conselho de realismo” e afastou de qualquer «discriminação ou menosprezo» pelo islamismo”.
Jornal Metro, 15 de Janeiro de 2009
Eu, que sou muito, muito burro, gostava que me dissessem:
1. porque é que alguém que “não tem nada contra” alguma coisa, prefere e profere a supremacia de “outra” coisa?
2. o que são, nestas matérias, a “justiça” e o “realismo” de um conselho?
3. como é que depois de tanto disparate junto e de tão explícitos ataques ainda falam em ausência de “discriminação ou menosprezo”?
4. porque é que há ainda quem não veja que… cada tiro, cada melro?
5. por quanto tempo haverá gente a seguir “conselhos” de semelhante seita?
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
Pensem muito mais que duas vezes…

… antes de ouvirem este idiota chapado (e acautelem-se não com os amores, mas com a probabilidade de ferirem TODA a sensibilidade que vos reste ao clicarem aqui).
Contigo, cara feira, é que é de certeza difícil dialogar!
Ainda bem que tu “os” (!) respeitas (tanto que te demarcas bem "deles"), ou não sei o que seria…
E, já agora: quem é que em Portugal já leu a Bíblia?
Vai mas é fumar! E que mais reacções haja à baba verbal que deixaste sair dessa bocarra!
quinta-feira, 11 de dezembro de 2008
Pai Vosso que Estais aonde?

Pois eu cá, na tão ínfima parte que me toca, não cessarei de me opor à penalização do Vaticano, nem deixarei de defender a erradicação do mesmo, enquanto continuarem (e o tempo já vai sendo tanto que dá nojo) a dizerem coisas tão estapafúrdias e perigosas como estas. Ou seja: a certeza é a de que mesmo que viva cem anos vou ter que manter a minha posição, porque está visto que cem anos são nada, ao lado de uma merda tão longa na História.
Por mim, que se vão catar, que eu até nem gosto do sabor a hóstia. Aghhhhhh!
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